Gilmar Ferreira: “Minhas Impressões – Semifinal do Primeiro Turno”.


A vitória que classificou o Flamengo à final da Taça Guanabara foi óbvia, tranquila e do tamanho esperado.
Mas o que chamou atenção mesmo foi a organização e a frieza de um time que começa a mostrar algo mais do que aquele futebol de toques sem objetividade.
Ainda está longe do nível desejado, mas com a presença de Henrique Dourado percebe-se a melhora ofensiva.
Hoje, independentemente do que possa ocorrer nesse jogo final contra o Boavista, o onze treinado por Carpegiani é quem produz o melhor futebol no Rio.
FLAMENGO 3 x 1 BOTAFOGO.
Os alvinegros competiram, dificultaram o quanto puderam, mas a qualidade técnica e o entrosamento rubro-negro determinaram a superioridade.
O Flamengo tentou jogar pelo meio, mas só encontrou o gol nas jogadas pelo lado, com as bolas cruzadas na área.
Aliás, o primeiro, marcado por Éverton, foi cópia dos dois marcados pela Aparecidense na vitória que eliminou o Botafogo na Copa do Brasil.
E a partir deste gol o jogo ficou sob o controle do Flamengo, dono absoluto das ações ofensivas.
A QUEDA de Felipe Conceição, como previsto, não aconteceu pelo o que se viu neste sábado carnavalesco.
O elenco precisava de reforços na última temporada de Jair Ventura e lembro de ter falado por aqui o equívoco na escolha do então auxiliar do técnico.
Se não era possível investir em reforços de qualidade, melhor seria ter apostado em Eduardo Barroca, várias vezes campeão com o Sub 20.
Seria ao menos mais coerente tendo em conta o pouco tempo para os ajustes.
O Botafogo agora precisará de um técnico capaz de trocar o pneu com carro em movimento.
O TURNO chega ao final deixando a impressão de que o futebol carioca ainda não entrou em campo em 2018…
Reprodução: Gilmar Ferreira 

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