Bloco do Flamengo costuma arrastar multidão e conta com participação dos rivais.


No interior de Alagoas, acontece o tradicional bloco “Nação Rubro-Negra”. O desfile, que está em sua 16° edição, costuma levar uma multidão às ruas da cidade para curtir o final do carnaval. Edglemes Santos, diz que ainda hoje se assusta com a dimensão que o bloco tomou. Como organizador do evento, ele precisa limitar a venda dos kits para não perder o controle.
– No começo, eram apenas os familiares. Só que, com o passar do tempo, o bloco foi aumentando, aumentando e hoje está com essa dimensão toda. É o 16º ano que a gente vai desfilar. Já há alguns anos eu não quero confeccionar mais de 800 camisas. É por questão de organização mesmo. Está tudo pronto, providências tomadas e agora só resta esperar a quarta-feira de cinzas para a gente tomar as ruas de Marechal. Antes do desfile, tem, todos os anos, o sorteio de vários prêmios para os foliões que compram os nossos kits e prestigiam a nossa festa -, disse Edglemes.
O organizador conta que sempre foi comum as pessoas se reunirem em sua casa e como era difícil fazer todos irem embora na quarta de cinzas, a ideia foi colocar o “bloco na rua”. Como a maioria dos participantes era flamenguista, o nome escolhido foi Nação Rubro-Negra. 
– Ah, a gente fica ansioso, né? Quer logo que chegue o dia para ver a orquestra tocando e a animação de todo mundo. Apesar de ser conhecido como bloco do Flamengo, esse bloco tem vaga para todo mundo. É vascaíno, tricolor, botafoguense, são-paulino, corinthiano, palmeirense, azulino, regatiano… Todo mundo participa e todo mundo se diverte, todo mundo se respeita. O que vale é cair na folia e brincar com muita alegria e respeito –, concluiu Edglemes.

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